Associação de Estudos Huna

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Observe sem Absorver

Adote a postura de observar sem absorver para enfrentar estes momentos de profunda transformação. Todos estamos sentindo a grande mudança e a renovação do espírito de compartilhamento. O nascimento de um novo mundo está em andamento, e é crucial estarmos conscientes de toda essa metamorfose.

Abra-se para as mudanças sem oferecer resistência; a rigidez pode quebrá-lo, enquanto a flexibilidade permite a adaptação. Lemúria e Atlântida passaram, assim como milhares de gerações, e você escolheu voltar para ser o artífice das transformações atuais. Portanto, aproveite para aprimorar-se.

Reflita sobre como você está pensando e agindo diante dos eventos atuais. Qual é a sua identidade vibracional? Você se sente tomado pela dor, ou se eleva como um condor, observando tudo de uma perspectiva elevada? Se com dor, você adiciona ao sofrimento do mundo. Se como condor, você encontra oportunidades para agir de forma construtiva.

Você enxerga as pessoas apenas como corpos físicos, ou reconhece os espíritos que habitam temporariamente essas carnes e ossos? Consegue perceber suas próprias vidas paralelas, seus outros “eus”, cada um com seus sentimentos e emoções distintos? Que suporte esses outros “eus” oferecem à sua versão atual, encarnada num mundo em transformação?

Ajuste-se e organize, a partir do interior, seu ambiente e sua vida. Resplandeça o seu maior potencial, seu EU SUPERIOR, e propague o melhor de si. Agora, visualize-se dentro de uma pirâmide, da forma e tamanho que intuir. Você está nela para limpeza e proteção, especialmente dos obsessores que se alimentam do medo, raiva e disputa, criando caminhos para que vírus e bactérias prosperem.

Desenvolver a autoconsciência é estar alerta e também representa a melhor forma de proteger seu campo vibracional em qualquer circunstância. Agora, estale os dedos, cante os princípios e friccione as partículas atômicas, ampliando o campo de força ao seu redor, oferecendo clareza e firmeza de propósito.

Concluímos com a afirmação: ASSIM É e ESTÁ FEITO. AUMAMA ✨✨✨

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A Huna é o que você FAZ!

Não é algo em que você acredita simplesmente. Ou apenas um “assunto interessante” para ler, embora a história em si seja bem fascinante como leitura. Não é uma religião, nem “ocultismo”, nem “um culto”.

A Huna é, em resumo, um método, uma ferramenta, construída de um sistema psicológico, cujo arcabouço de referência é baseado em antigas idéias havaianas para serem postas em prática.

Mas a Huna NÃO é um sistema havaiano ou mesmo uma religião havaiana. É uma forma de vida, porque nos permite viver eficazmente, com felicidade, sendo totalmente saudável. Mas, com tudo isso, é ainda uma ferramenta e uma ferramenta deve ser USADA. Mais exatamente, a Huna é um conjunto, um jogo de ferramentas. Não faz sentido você ler sobre a descoberta das ferramentas, sobre o que elas são capazes de realizar e nunca usá-las!

Assim, para praticar melhor a Huna não significa que deva realizar as mesmas atividades que antes, só com esforço maior. Significa MUDAR seus métodos e usar a ferramenta adequada para o resultado desejado. Isso significa: usar as ferramentas da forma como foram feitas para serem usadas.

A Huna não é “pensamento positivo”, mas inclui o ponto de vista positivo e elimina o negativo. O pensamento positivo, às vezes, age, mas muitas vezes não. A Huna mostra porque age e o que está errado quando não age.

A Huna não é um método de meditação, mas a meditação pode ser uma ferramenta usada para conseguir a cooperação do “unihipili” (eu básico). A Huna também explica o que é a meditação, como ela age e o que ela pode e não pode fazer, bem como usá-la para melhor eficácia. Também aponta os perigos de usar a meditação inadequadamente.

A Huna não é um sistema do tipo de feitiçaria. Não usa parafernália estranha, encantações ou rituais secretos. Mas mostra a base disso, quando são usados por alguém, o que está por detrás dos rituais e o princípio que pode ser derivado dos rituais usados tradicionalmente.

A Huna, repito, é algo que VOCÊ FAZ!

É UMA AÇÃO. No que tange à Fé, é um ATO DE FÉ. No que concerne à prece, é uma PRECE-AÇÃO. No que se refere a meditação, é um PROCESSO ATIVO e com uma finalidade, e não um esvaziar de mente.

Praticar a Huna, portanto, significa colocar os princípios dela (ferramentas) em operação ATIVA. Significa reconhecer os três EUS (*Unihipili – Eu Básico, Huane – Eu Médio e Aumakua – Eu Superior*) e certificar-se de que trabalham juntos, como uma equipe, cada um fazendo sua parte, adequadamente.

Praticar a Huna significa observar a regra básica de NÃO FERIR e de SERVIÇO, em outras palavras, VIVER A “VIDA ÚTIL” e sem prejudicar ninguém. Praticar a Huna significa que você “respira” sobre tudo o que você faz. Sem MANA, sem energia vital enviada ao Eu Superior com o quadro mental da forma de pensamento, a energia para materializar os resultados não estará disponível e não se materializa. Praticar a Huna significa impressionar o Unihipili (Eu Básico), suficientemente, para que faça exatamente o que você deseja, sem encontrar resistência ou bloqueios no caminho.

Em conclusão, a Huna dá-nos tanto o entendimento teórico quanto as ferramentas para vivermos com eficácia e plenitude. Aloha mahalo!

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Prática Kahuna

Vamos embarcar juntos em uma jornada de autoconsciência e cura. Comece direcionando sua atenção para suas narinas, enquanto respira lenta e profundamente. Sinta o ar, carregado de Mana, entrando e polarizando, percebendo a diferença de temperatura entre uma narina e outra. Enxergue essas narinas como portais para o mundo interior, imerso em um mar de Mana que emana da Fonte primordial, dando vida a tudo o que existe.

Por meio da atenção, intenção e vontade, transforme esse Mana em Mana-Mana e Mana-Loa, direcionando essa energia para o centro do coração. Ative seus melhores sentimentos, vitalizando o coração, pulmões e seguindo pelos meridianos até os braços e mãos, sentindo as espirais energéticas circularem, limpando, curando e regenerando.

Respirando com propósito, encaminhe essa energia potencializada para o cérebro, iluminando esse centro e ativando seus corpos sutis e o Kino-aka de cada corpo. Novas sinapses e circuitos neurais são formados, limpando, curando e regenerando todos os corpos.

Em seguida, leve essa sobrecarga de Mana para o plexo solar, utilizando o diafragma para bombear essa energia para todos os órgãos da cavidade abdominal. Sinta-a seguir pelos meridianos, veias e artérias, limpando, curando e regenerando.

Conecte-se com a energia da Terra, sentindo-a espiralar pela sola dos pés, absorvendo toda a energia necessária para os seus sistemas. Respire mais uma vez, permitindo que a energia da Terra suba enquanto a energia cósmica desce, nutrindo, limpando, curando e regenerando.

Visualize a energia iluminando sua coluna vertebral, vértebra por vértebra, direcionando atenção especial para as áreas que mais necessitam. Deixe seu cóxis brilhar como um cristal, e desfrute dessa energia antes de compartilhá-la nos quadros mentais.

Que esse momento de prática seja de profunda conexão e cura, levando-nos ao encontro de nossa essência mais pura e elevada. Aumama. 🌟🌟🌟

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KAHEA (ritual de cura)

KAHEA (ritual de cura)
Por Max Freedom Long

A kahea ou “chamado por auxílio” é uma prece muito especial ainda usada no Havaí, na cura. Era feita somente de uma mulher para um homem ou de um homem para uma mulher. Parece certo conservar este elemento de segredo ao fazer a prece de cura e ritual de ação, tornando-a conhecida apenas daqueles que desejam usá-la. O chamado é feito ao Aumakua, poeticamente como o “Olho que tudo vê”.

Aqui estão os passos:

Preliminarmente convide seu Eu Básico (unihipili) para produzir uma sobrecarga de mana através de respirações profundas do tipo 3 : 3 : 6 : 3, (inspire em três segundos, retenha por três segundos, expire em seis segundos e retenha por mais três segundos antes de reiniciar outra série). Pratique tantas vezes quantas forem necessárias para dominar esse ritmo de respiração.

1 – Primeiro ore a Deus.
2 – Segure sua respiração enquanto repete as seguintes fases:

Koonohi ula oka la Lihilihi ula oka la Uanini, uakau, uaola

3 – Fale então o nome do paciente que necessita da cura e mencione o lugar em que está localizada a doença, especificando lado direito, lado esquerdo ou como ombro esquerdo, perna direita, peito etc. (Esta prece era usada para produzir a cura instantânea como no caso de osso quebrado).
4 – Agora o rito Ha da respiração profunda: Enchendo os pulmões expire com força, visando levar mana para o paciente, cinco vezes, em direção aos pés e depois outras tantas em direção à parte do corpo a ser curada, repita a seqüência tantas vezes quanto for necessário, até que a cura se torne aparente.
5 – Agradeça a Deus e aos Aumakuas e a cura está terminada.

Esta parece ser uma prece muito antiga. As palavras simbólicas dificilmente podem ser traduzidas com significados dos dicionários modernos. Existe também a possibilidade de terem sido feitas mudanças para tornar a prece com um som mais fluente quando fosse recitada. Atrás das palavras também podem ser vistos os símbolos codificados dos Kahunas.
Uma tradução grosseira e literal do verso poderia ser:

Olho do sol vermelho, fale sem som. Pálpebras vermelhas, fale sem som. Chova a luz brilhante, Faze chover. Chova vida.

Para os Kahunas o Aumakua é simbolizado pela luz, “La”, qie é o sagrado Deus Luz. Em traduções de alguns dialetos polinésios, a cor vermelha é o símbolo das coisas mais sagradas. “O olho vermelho do sol” e suas “pálpebras vermelhas” indicam um chamado ao Eu Superior e a invocação é de que o chamado faz a pálpebra abrir-se e estabelecer o contato com a pessoa que oferece a prece. Chuva ou água pura, mesmo nuvens e névoas simbolizavam mana e pura chuva indicava geralmente o mana superior do Aumakua cuja ação éade lavar, limpar a doença.

Assim, o apelo para ter a chuva de mana superior caindo sobre o paciente era um chamado para o uso daquele mana do Eu Superior(Aumakua) para trazer mudanças tanti do osso ou carne a serem restaurados ao normal e à condição desejada.

E as palavras oka la, indicariam uma súplica para limpeza, quer do mana enviado como parte do rito Ha de respiração ou do paciente e talvez do próprio curador.

Obs.: Este esboço de ritual de cura foi fornecido como uma informação de Max Freedom Long passou para o Grupo de Cura Mútua Telepática, e publicado no Huna Work (boletim americano) n° 36.

– Aconselhamos reler esse ritual até dominar a prática de sua execução. Aumama. Aloha mahalo!

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Desenvolvimento Vertical

A jornada do humano é profundamente enriquecida quando ele decide olhar para além do plano horizontal, onde o ego personalista, competitivo e consumista costuma governar. Para sair do ciclo de sofrimento que muitas vezes o envolve, é essencial direcionar a atenção e a energia para o desenvolvimento vertical, voltando-se para o trabalho de auto-redenção com intenção sincera.

Muitas discussões se concentram na mudança de era, mas essa transformação precisa começar dentro das consciências humanas. Ela implica em elevar as frequências e os padrões comportamentais. Num mundo de dualidade polar, onde erros e acertos coexistem, esses desafios são essenciais para a criatividade e o crescimento humano.

Manter a chama do ideal divino e a luz da compreensão diante das situações que a vida nos apresenta é fundamental. As mudanças podem ser dolorosas, exigindo adaptação, especialmente quando se trata de desfazer os nós das situações que criamos e que nos afastam das condições naturais de vida.

A verdadeira liberdade não está nas circunstâncias externas, mas sim num estado de consciência. Ao direcionarmos nossa atenção para a “chama trina”, “chama crística”, “centelha divina” ou “Eu Superior” em nosso coração, geramos uma energia que se irradia para a teia da vida à qual estamos conectados.

As virtudes inerentes a cada um de nós podem nos tornar construtores de um mundo mais harmonioso e de uma humanidade mais fraterna. A evolução do ser é notável nos aspectos mental, emocional e espiritual, à medida que compreendemos a importância de sermos autênticos, em vez de nos compararmos ou competirmos.

Cresce o número de pessoas que buscam conexão com sua presença luminosa interna, seu “Eu Sou”, o Cristo Interno, o Eu Superior. À medida que essa luz se expande, ela supera a fragilidade e a descrença, inspirando uma vida simples e em sintonia com a natureza, enraizada no verdadeiro amor.

A antiga sabedoria diz que, quando não aprendemos pelo amor, a dor nos impulsiona a fazer ajustes em nossa vida material, emocional e espiritual. Novas doenças e desafios surgem, sinalizando a necessidade de reavaliarmos nossos projetos de vida.

A agressão à natureza coloca em risco nossa própria sobrevivência, e não podemos esperar por salvadores externos. Cada um de nós é parte da Fonte, como onda ou partícula. Assim, é nossa responsabilidade fazer nossa parte.

Em resumo, lembremos sempre do princípio havaiano: “IKE LA’A KEA” – A Essência da Luz. ✨